Nos EUA, negros e pobres são os mais obesos

O estudo “F as in Fat” (algo como G de Gordo) realizado anualmente pelo Trust for America’s Health trouxe mais dados impressionantes sobre a obesidade na terra do Tio Sam.

De acordo com o trabalho, entre as minorias étnicas e as classes mais pobres os índices de obesidade são maiores, chegando a 40% entre negros e 35% nos Latinos. Outro dado mostra que 35,3% das pessoas que ganham menos do que 15.000 dólares anuais são obesas, contra 24,5% das pessoas que ganham mais de 50.000 dólares por ano.

Com certeza isso se deve ao fato de que, nos EUA o acesso a alimentos saudáveis é muito mais restrito, os alimentos menos saudáveis são também os mais baratos.

Creio que também o nível de instrução influencia na tomada de decisão para uma alimentação mais saudável.

Aqui no Brasil a realidade é bem diferente. Os alimentos saudáveis são abundantes e baratos, e a nossa cultura do arroz e feijão como base da alimentação acabam protegendo a nossa população.

Mesmo assim é importante ficar de olho pra não seguir o exemplo dos nossos amigos gringos.

Movimente-se!

Fonte: F as in Fat 2010

Nos EUA mais pessoas se exercitam, mais ainda assim o país continua obeso

Uma nova pesquisa realizada pelo governo dos EUA trouxe dados interessantes e alarmantes sobre a obesidade naquele país.

Americanos treinam mais, mas continuam obesos. Foto: Getty Images

De acordo com a pesquisa realizada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças, 34,7% dos americanos alegaram praticar atividades físicas regularmente em 2009, um aumento significativo com relação aos 31,9% do ano anterior.

Mesmo assim, o número de pessoas obesas continuou estagnado em 28%, igualzinho a 2008.

Eu tenho certeza que isso se deve à pessima alimentação dos gringos. Para se ter uma idéia, de acordo com o Ministério da Saúde, apenas 16,4% dos brasileiros praticam algum tipo de atividade física regularmente, mas em compensação nosso índice de obesidade é muito menor que o dos EUA, com 13% da nossa população sofrendo desse mal.

A nossa alimentação é muito menos gordurosa e cheia de aditivos que a dos americanos, mas com a quantidade de novas lanchonetes Fast-Food e comidas prontas congeladas que estamos vendo nas grandes cidades brasileiras, tenho certeza que o nosso rumo é em direção aos gringos.

O que os dados americanos nos mostram também é que contra a obesidade, somente o aumento na atividade física não é suficiente, o controle na quantidade e principalmente na qualidade dos alimentos ingeridos é fundamental para combater esse mal.

Fuja da tendência mundial, MOVIMENTE-SE!

Fontes:

Ministério da Saúde

Reuters

Antes e depois – Kevin Federline

Diz Kevin Federline que a culpa dos seus “quilinhos a mais” é inteiramente do refrigerante. “Eu tomo de 12 a 24 latinhas de refrigerante ‘normal’ por dia. Não tomo café, não como doces, bolo, nada. Só tenho esse vício, que substitui todas as outras coisas que poderiam me fazer mal. Eu também gosto de pizza e macarrão com queijo, acho que essa combinação foi que me fez engordar…” JURA????

Para completar, o ex-dançarino diz que se sente super saudável. Eu duvido…

“Preciosa” Um bom momento para falar de obesidade

Sim, a garota do momento não é loira, magra, não tem olhos azuis, cintura fina e nem silicone. Gabourey Sidibe, a atriz iniciante que ficou famosa pelo filme “Preciosa” e por ter concorrido ao Oscar, definitivamente está na boca do povo. Uns preferem falar sobre o talento dela, outros sobre o peso. Não estou aqui para defender o estereótipo que citei acima, longe disso, mas sim alertar sobre um assunto alarmante: a obesidade.

Eu assisti ao filme, achei sensacional e virei fã de Gabourey, mas como profissional me senti instigado a falar sobre os riscos associados à obesidade.

Não é só o desconforto de ter que carregar muitos quilos a mais todos os dias, nem muito menos o problema de se sentir excluída e longe do “corpo ideal” vendido pela mídia.

Isso são fatores pequenos quando comparados aos problemas cardíacos associados à esse alto % de gordura, principalmente a gordura que envolve os órgãos vitais.

Quem assistiu ao filme pode verificar que a dieta da moça era muito ruim, e esse é o fator determinante para uma obesidade de tais proporções.

É óbvio que não é uma tarefa fácil. Aliás, acredito que seja uma das jornadas mais difíceis que um ser humano pode se propor, mas sair dessa condição de obesidade é a única maneira de realmente adquirir qualidade de vida.

Isso envolve trabalho com psicologos, psiquiatras, às vezes até cirurgiões, nutricionistas e claro, profissionais da área de educação física.

Se a personagem do filme algum dia teria essa oportunidade eu não sei. Mas muita gente tem e acaba não agarrando. Por isso acho o filme muito motivante.

Movimente-se!

Jamie Oliver engajado contra a obesidade

Em fevereiro o chefe inglês Jamie Oliver recebeu o TED Prize 2010, um prêmio de U$ 100 mil que é doado todos os anos pela TED Community (Comunidade de Tecnologia, Entretenimento e Design) para a pessoa que apresentar o melhor “One Wish to Change the World” ou “Um desejo para mudar o mundo”.

O desejo nobre de Jamie é o de criar uma campanha mundial para educar as pessoas com relação à alimentação,  estimulando as famílias a cozinhar mais, afastando-as das jun. foods que dominam a dieta no hemisfério norte e conseguindo enfim diminuir a obesidade infantil.

O plano é criar uma organização que vai estabelecer uma rede de cozinhas comunitárias e uma cozinha itinerante, educando as crianças sobre nutrição e culinária de uma forma divertida, e ainda dando aos pais o conhecimento básico para melhorar a qualidade da alimentação familiar. Tudo isso conectado através de uma grande comunidade on-line.

Desde já o Movimente-se.com apóia a iniciativa e parabeniza Jamie (cujas receitas sempre me fizeram pirar) pela iniciativa e consciência.

Veja o vídeo abaixo, é simplesmente inspirador!

Pense nisso, e Movimente-se!

Samoa é o pais mais gordo do mundo!

Os campeões do ano. Samoa! Foto: Reprodução

Os campeões do ano. Samoa! Foto: Reprodução

Que o mundo está mais gordo, todo mundo sabe. As facilidades da vida moderna aliadas aos maus hábitos alimentares da população, com seus fast-foods e refrigerantes, contribuem para a escalada da obesidade mundial.

A ferramenta que utilizamos para definir  se um indivíduo está acima ou abaixo do seu peso ideal é o IMC.

O IMC é uma medida que verifica quantos Kg de massa por m2 o indivíduo tem no corpo. Se essa medida está entre 20 e 25, a pessoa é classificada como “Normal”. Acima de 25 já significa “Sobrepeso”, e se a conta der mais do que 30, o indivíduo entra na classificação de “Obeso”.

Clique aqui para calcular o seu IMC

O Globalpost compilou, com base em estudos da OMS (Organização Mundial de Saúde) uma lista dos 10 países com mais sobrepeso no mundo, ou seja, aqueles que tem o maior percentual de sua população com o IMC (Índice de Massa Corporal) acima do recomendado.

Como não é de se estranhar, países ricos como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido estão na lista, mas não são os campeões!

O troféu fica com a Samoa Americana, com assustadores 93,5% da população acima da linha do sobrepeso.

A boa notícia é que o Brasil, com seus 43,3% não entrou na lista. E o nosso país segue contra as tendências mundiais e se manteve estável nesse patamar nos últimos 3 anos.

Muito bom!

O Movimente-se.com tem o compromisso de informar e colaborar para que através da atividade física e hábitos saudáveis o Brasil NUNCA entre nessa lista! MOVIMENTE-SE!

Veja abaixo os dez países mais “Fofos” do planeta:

1 – Samoa Americana – 93,5%

2 – Kiribati – 81,5%

3 – E.U.A – 66,7%

4 – Alemanha – 66,5%

5 – Egito – 66%

6 – Bosnia-Herzegovina – 62,9%

7 – Nova Zelândia – 62,7%

8 – Israel – 61,9%

9 – Croácia – 61,4%

10 – Reino Unido – 61%